“Não Me Faça Pensar”

Não Me Faça Pensar 

Comprei pela internet o livro “Não Me Faça Pensar” do Steve Krug uma autoridade americana quando o assunto é Usabilidade de Interfaces. Já estou lendo e prometo atualizar este artigo assim que terminar a experiência. De cara já gostei muito, linguagem clara que já era de se esperar, pensamentos registrados com a lucidez e  a coerência de um real especialista. O Steve é consultor de Usabilidade – que legal né, também queria ser um :) – recebe projetos de analisar sites inteiros todos os dias.

Eu gostaria de lembrar nesse tópico uma coisa muito importante, as pessoas (leia-se empresários, artistas, comerciantes, investidores, profissionais privados e do governo, e até mesmo os amadores) quando pensam em montar um site não têm o pensamento voltado para ampliação de seus negócios físicos. Elas vêem a Web como um complemento simplesmente bacana e moderno para seus negócios. “Ah, ter  sites está na moda, vou montar um, pois facilita que as pessoas me achem!”  Pois este pensamento está INCOMPLETO. Um website deve proporcionar ao seu negócio:

  • Ampliação da visibilidade da sua empresa ou projeto, aumentando os lucros maciçamente;
  • Extensão de sua empresa ou projeto, oferecendo recursos tão importantes quanto a empresa física;
  • Transformação da sua empresa em uma ”empresa virtual” também, pois a Web atualmente ganhou muitíssimo espaço e está em constante e acelerado crescimento (e bota acelerado nisso!);

Veja que o primeiro item refere-se à dinheiro ($$$). Websites são caros (nem tanto como eu gostaria, mas chegaremos lá… :) ), exige conhecimento e estudos em posicionamento de elementos, estudo de cores, pesquisa em tendências visuais, estudos sobre tecnologias  e etc, e o proprietário deve saber que seu investimento não deve ser em hipótese alguma à toa. Apartir da publicação do site, este deve oferecer uma gerência de anúncios publicitários de parceiros, colaboradores, apoiadores, que movimentarão a geração de receita. Do lado do projetista Web a tarefa de mostrar isto para o cliente é complexa, mas com um pouco de Cases de Sucesso isso se torna mais fácil.

Poisé… resumindo, o os sites existem para trazer resultados de variados tipos. Reconhecimento, segurança da marca, dinheiro (ampliação de lucros), extensão de conteúdo, extensão de serviços, etc. Acho que você desenvolvedor deveria se fazer esta pergunta agora:  meus clientes estão obtendo algum retorno significativo com o website que eu lhes criei?

Nos vemos na atualização deste post, quando eu vou responder às seguintes questões sobre o livro:

  • Nota geral (0 – 10);
  • Pontos chave do livro;
  • Opinião pessoal;
  • Aconselhado à…;
  • Lições aprendidas;
  • Planos futuros obtidos com a leitura;

Até lá!

1 Resposta para ““Não Me Faça Pensar””


  1. 1 priscila 14 Julho 2009 às 7:04 pm

    A Siplan está desenvolvendo um software focado no diferencial de design e usabilidade, e precisamos de designers para desenhar as telas e projetar a usabilidade(UX).
    Gostaria de saber se você tem interesse em participar desse processo, ou se conhecem alguém que possa ter.
    A Siplan fica em SP, porém esse trabalho pode ser feito a distancia, começaremos como freelance, e passaríamos as telas aos poucos.
    Estou a disposição para maiores esclarecimentos.
    Obrigada
    Priscila


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